Acerca do MNAC

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Lisboa, Portugal
Situado no centro histórico de Lisboa, o Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, fundado em 1911, foi inteiramente reconstruído em 1994, sob projecto do arquitecto francês Jean-Michel Willmotte. A colecção de arte portuguesa, de 1850 à actualidade, constitui a mais importante colecção nacional de arte contemporânea. O programa de exposições temporárias, de particular relevância, ocupando totalmente o espaço de exposição, é alternado entre a colecção do museu e exposições internacionais. Incidindo sobre artistas e movimentos representados na colecção, propondo revisões e novas pistas de investigação sobre as matérias tratadas, o MNAC apresenta exposições internacionais relevantes que se cruzam com a própria colecção do museu, dando a conhecer obras e artistas contemporâneos internacionais.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Agenda de Junho

REVOLUÇÃO CINÉTICA

actividades semanais

Visitas guiadas
Emília Tavares. 3 Junho
3.ª feira 18.30 h
acesso gratuito

marcação prévia: 213432148, mchiado@ipmuseus.pt
grupos com um mínimo de 6 e um máximo de 30 pessoas


Visitas guiadas à exposição Revolução Cinética
Desenvolvidas num âmbito pedagógico
Ensino básico e secundário: 3.ª, 4.ª, 5.ª e 6.ª feira. 10.00-13.00 h
Ensino secundário e universitário: 3.ª e 5.ª feira. 14.00-17.00 h
Grupos culturais, 3.ª idade e outros: 4.ª e 6.ª feira. 14.00-17.00 h
acesso gratuito
marcação prévia: Catarina Moura, tel. 213 432 148
Grupos limitados a 30 pessoas


actividades de fim-de-semana

Conhecer as fronteiras da percepção e do movimento
Visita guiada para todo o público
Domingos. 12.00 h: 1 Junho.
Sem marcação prévia

1 comentário:

joao tabarra disse...

A toda a equipa do museu Nacional de arte contemporanea,director, colaboradores, serviço educativo, secretarios e secretarias, guardas,estagiarios,conservadores, tecnicos, seguranças...
queria deixar o meu obrigado pelo esforço que sempre têm dedicado ás exposições que tenho a honra de usufruir á anos, deixar uma palavra de animo e agradecimento nestes tempos dificeis em que a qualidade de uma proposta artistica está refem de numeros de visitantes ou uma qualquer formula economica que nos permita existir...de preferencia á la mode do mercado com respeitinho e que traga turistas, em que o espectaculo a petulancia , a ingnorancia,a pomposidade impera.
Embora sejam tempos de luto pois a ingnorancia governa ou reina...sinceramente já não sei bem...mas também a quem interessa desde que o Ronaldo marque golos?
Queria enviar um grande obrigado e dizer que não me esquecerei nunca do prometido alargamento do Museu...ou da construção noutro local de preferencia não entalado entre um hospital e policias com peugas estendidas á janela, força, e não se verguem ao banal o conhecimento e o prazer pelo mesmo não comtempla top's nem medalhas e mais uma vez obrigado , João Tabarra